Ciclos Econômicos e Desafios do Desenvolvimento no Século XXI

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Descrição do curso

Trazer reflexões de grandes autoridades na área da economia, do direito econômico e das transformações da economia global e seus impactos no cenário nacional.

Categoria: Economia

Informações gerais

Conteúdo
  • Discorre sobre a situação econômica do Brasil tendo em vista os ciclos econômicos e os desafios de crescimento dentro do contexto do século XXI, dadas as transformações da economia global, com foco no planejamento, na perspectiva de enfrentamento das desigualdades regionais e dos mitos que devem ser superados para retomada de uma proposta de desenvolvimento do País.
Objetivo

Trazer reflexões de grandes autoridades na área da economia, do direito econômico e das transformações da economia global e seus impactos no cenário nacional.

Público-alvo

Economistas, Administradores, Gestores Públicos e demais profissionais e estudiosos dos temas enfrentados, interessados nas análises desdobradas pelos ilustres professores.

Metodologia

O conteúdo do curso será apresentado em aulas com vídeos, slides e textos de apoio divididos em módulos com seções de 15 minutos para melhor assimilação do aluno.

Certificado

Devido à sua modalidade estabelecida como curso livre à distância, de acordo com a Lei nº 9394/96 o certificado desse curso não possui validade junto ao Ministério da Educação - MEC.


Professores

Delfim Netto

Delfim Netto é Professor Emérito da Faculdade de Economia , Administração e Contabilidade da USP, onde fez sua carreira acadêmica. Em 1959, tornou-se Professor Livre-Docente com a tese “O Problema do Café no Brasil” e, em 1963, recebeu o título de Professor Catedrático de Teoria do Desenvolvimento Econômico com o estudo “Alguns Problemas do Planejamento para o Desenvolvimento Econômico”. Foi membro da equipe de planejamento do governo paulista de Carlos Alberto de Carvalho Pinto em 1959, membro do Conselho Consultivo de Planejamento (Consplan), órgão de assessoria à política econômica do Governo Castelo Branco em 1965 e do Conselho Nacional de Economia no mesmo ano. Entre diversas posições de destaque foi Secretário da Fazenda do governo paulista de Laudo Natel em 1966 e 1967, ministro da Fazenda de 1967 a 1974, embaixador do Brasil na França entre 1974 e 1978, ministro da Agricultura em 1979 e do Planejamento de 1979 a 1985 e sobre seu comando a economia brasileira cresceu acima de 10% ao ano. Foi deputado constituinte por São Paulo de 1987 a 1988 e federal por São Paulo de 1988 a 2006. Em 2014 doou sua biblioteca com mais de 250 mil livros para a FEA-USP. Conselheiro requisitado e consultado, por todos os governos nos últimos 50 anos, continua ativo e participante da vida política e econômica do País, com reflexões voltadas para políticas econômicas de desenvolvimento, sendo retratado pela revista IstoÉ, como o maior e mais poderoso economista do Brasil. Conselheiro e consultor econômico de diversas empresas e indústrias de múltiplos setores do Brasil.


Gilberto Bercovici

Professor Titular de Direito Econômico e Economia Política da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (Departamento de Direito Econômico, Financeiro e Tributário). Graduado em Direito pela Universidade de São Paulo (1996), é Doutor em Direito do Estado pela Universidade de São Paulo (2001) e Livre-Docente em Direito Econômico pela Universidade de São Paulo (2003). 


A ênfase da sua produção está voltada para as áreas de Direito Econômico, Economia Política, Teoria do Estado, História do Direito Público e Teoria da Constituição, desenvolvendo pesquisas em torno dos temas de Estado e Subdesenvolvimento, Desenvolvimento Econômico, Papel do Estado na Economia, Política Econômica e Soberania.


Luiz Gonzaga Belluzzo

Formou-se em Direito pela Universidade de São Paulo (USP) em 1965, e também estudou Ciências Sociais na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Ingressou no curso de pós-graduação em Desenvolvimento Econômico, promovido pela CEPAL/ILPES e graduou-se em 1969. 

Foi professor colaborador na Universidade Estadual de Campinas, onde doutorou-se em 1975 e tornou-se professor-titular em 1986. Entre 1974 e 1992, foi assessor econômico e secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda (1985-1987), durante o governo de José Sarney. De 1988 a 1990, foi secretário de Ciência e Tecnologia do estado de São Paulo, durante a gestão do falecido ex-governador Orestes Quércia. Foi chefe da Secretaria Especial de Assuntos Econômicos do Ministério da Fazenda (governo Sarney). 


Fundou a Facamp (Faculdades de Campinas), juntamente com os economistas João Manuel Cardoso de Mello, Liana Aureliano e Eduardo da Rocha Azevedo. Em 2001, foi incluído no Biographical Dictionary of Dissenting Economists entre os 100 maiores economistas heterodoxos do século XX. Recebeu o Prêmio Intelectual do Ano Prêmio Juca Pato, de 2005. 


É considerado um dos melhores economistas heterodoxos, devido às suas interpretações, sugestões e críticas à sociedade brasileira, sob a ótica de Karl Marx e John Maynard Keynes. Foi membro do Conselho Diretor da mantenedora da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Foi presidente do Conselho Deliberativo do IPSO Instituto de Pesquisas e Projetos Sociais e Tecnológicos. Era membro do Conselho de Administração da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), além de consultor editorial da revista semanal Carta Capital. Foi ainda conselheiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). 


Foi presidente do Conselho Curador da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que opera a TV Brasil, emissora pública criada no Governo Lula. Fazia parte também, do conselho deliberativo do Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento. Foi consultor pessoal de economia do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.



Paulo Rabello de Castro

Paulo Rabello de Castro graduou em 1971 em Economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). É mestre e doutor em Economia pela Universidade de Chicago, onde cursou com os professores Milton Friedman, Gary Becker e T.W. Schultz, todos ganhadores do Prêmio Nobel de Economia.


Membro e presidente de 1994 a 1996 da Academia Internacional de Direito e Economia (AIDE), foi professor titular no Curso de Doutorado da Escola de Pós-Graduação em Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV), nas cadeiras de Economia Agrícola, Economia Regional e Urbana e Economia da Informação; criador e coordenador do Grupo de Informação Agrícola no Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da FGV; criador e editor da revista especializada Agroanalysis; redator-chefe da revista Conjuntura Econômica da FGV encarregada, até os anos 1980, de publicar nacionalmente as Contas Nacionais e os Índices Nacionais de Preços.


Fundou em 1993 a SR Rating, primeira empresa especializada em rating no Brasil. Ocupou cargos de gestão na ARC Ratings, RC Consultores, Macroconsulting, entre outras, além de participação em entidades profissionais. Integrou o Comitê de Gestão do Grupo de Líderes Empresariais – Lide, foi conselheiro do Conselho de Economia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e exerceu a presidência do Conselho de Planejamento Estratégico da FECOMERCIO/SP.

Ex-presidente do Instituto Atlântico, entidade sem fins lucrativos, formuladora de políticas públicas, fundada em 1993, e fundador da ONG Instituto Maria Stella, que já formou mais de dois mil alunos carentes na iniciação à informática como ferramenta de estudo e trabalho no Mato Grosso. Coordenou o Movimento Brasil Eficiente, que propõe uma simplificação da carga tributária e mais eficiência dos gastos públicos.

Contribuiu para diversas mídias, como colunista e comentarista, entre as quais o Folha de S.Paulo, Época, Jovem Pan e blogues de opinião. É autor dos livros Lanterna na Proa (2017) que reúne artigos em ocasião do centenário de Roberto Campos; O Mito do Governo Grátis: o mal das políticas econômicas ilusórias e as lições de 13 países para o Brasil mudar (2014); Galo Cantou! A conquista da propriedade pelos moradores do Cantagalo (2011), vencedor do Prêmio Jabuti 2012, na categoria de arquitetura e urbanismo; Panorama fiscal no Brasil, Proposta de ação (2010); A crise financeira internacional (2009); A grande bolha de Wall Street (2008) e Tributos no Brasil: auge, declínio e reforma (2008).

Presidente do IBGE entre julho de 2016 e junho de 2017, sua gestão promoveu a renovação do parque tecnológico da instituição e viabilizou o Censo Agropecuário, que não era realizado desde 2006. Deixou o IBGE para assumir a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES. Rabello ficou até abril de 2018, quando deixa o BNDES para assumir pré-candidatura do PSC, e posteriormente a vice presidência da República, na chapa do Álvaro Dias do Podemos.

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